Carcinoma basocelular

Atualizado: há 4 dias

Carinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele



O câncer de pele do tipo não melanoma é a neoplasia mais incidente no Brasil. Estima-se que em 2021 serão diagnosticados 177 mil novos casos, conforme dados disponibilizados pelo INCA. Entre os tumores de pele não melanoma, o carcinoma basocecular é o mais prevalente.

Carinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, tem origem em células da camada superior da pele (epiderme). São mais comuns em regiões expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas.


As metástases são raras, mas o crescimento local pode ser muito destrutivo.




Tratamento


O tratamento do carcinoma basocelular é quase sempre eficaz, e esse câncer raramente causa a morte. Porém, quase 25% das pessoas com histórico de carcinoma basocelular apresenta um novo tumor no período de 5 anos após o diagnóstico. Assim, os pacientes devem ter sua pele avaliada por um dermatologista anualmente.


Quanto ao tratamento, em geral, excisão cirúrgica completa é suficiente para a cura da doença. Também podem ser utilizados alguns quimioterápicos aplicados localmente para doença de baixo risco, crioterapia, ou ocasionalmente, radioterapia.


 

Pacientes que tenham lesões não ressecáveis ou que, mesmo que ressecáveis, proporcionem dano funcional e estético inaceitável, o oncologista pode avaliar o uso de medicações como vismodegibe ou sonidegibe (ainda não aprovado no Brasil), as quais tem demonstrado boa resposta clínica. Além disso, em 2021 foi aprovada pela ANVISA uma droga chamada Cemiplimabe, utilizada em segunda linha em pacientes com doença extensa ou metastática ou que não toleraram o uso de vismodegibe, a qual demonstrou através do estudo EMPOWER BCC-1 taxas de resposta entre 21-31%.


Em caso de lesão de pele suspeita, consulte o médico.


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